terça-feira, junho 06, 2006

Mais um ano terminou!


Mais um ano terminou!
Estamos tão embrulhados com as aulas, com os trabalhos, com a vida que quase nem damos por isso! Só tenho pena, muito sinceramente, de não me ter dedicado mais às pesquisas sobre os diversos temas pedidos, assim como ter explorado um pouco mais acerca dos programas que fomos trabalhando ao longo das aulas. Isso deveu-se, é claro, à carga de trabalhos das outras disciplinas, à frequência das aulas, às deslocações para as instituições e, no meu caso particular, ao facto de ser mãe (não poderia deixar de o dizer)... Os filhos são a coisa mais maravilhosa que existe no mundo, mas exigem merecidamente muita atenção e um acompanhamento grande o que implica, por vezes, tirarnos muito do tempo que poderiamos eventualmente dedicá-lo aos trabalhos! Tem-se, em determinados momentos, de fazer um esforço supremo para o conseguir! Mas é compensador!
Ficam muitos textos e sites nos meus favoritos por comentar, o que é pena, mas aprendi a trabalhar em programas como a Frontpage, o power point, o MovieMaker... que me estão a ser muito úteis.
Mas eu não vou ficar por aqui porque para o próximo ano, cá estarei para frequentar a unidade curricular opcional de e-learning que, já sei, vai ser leccionada pela professora Maria João!
Por isso, bons estudos e boas férias para todos! Obrigada Maria João!





terça-feira, abril 18, 2006

SER INTERACTIVO!?



Seja lá o nome que se dê, era digital, cibercultura, sociedade de informação ou sociedade em rede, o facto é que no nosso tempo a interactividade é um desafio para todos os agentes do processo de comunicação. É um desafio explícito que mais parece um ultimato à lógica da distribuição em massa, própria da escola.
Muitos educadores, hoje, já perceberam que a educação autêntica não se faz sem a participação genuína do aluno, que a educação não se faz transmitindo conteúdos de A para B ou de A sobre B, mas na interacção de A com B. No entanto, esta premissa ainda não mobilizou o professor diante da urgência de modificar o modelo comunicacional.
Porém, na sala de aula presencial prevalece a baixa participação oral dos alunos e a insistência nas actividades solitárias. Na educação à distância, via TV, o perfil comunicacional mantém-se em grande parte centrado na lógica da distribuição, na transmissão massiva de informações ou "conhecimentos". E, via Internet, os sites educacionais continuam estáticos, subutilizando a tecnologia digital, ainda centrados na transmissão de dados, desprovidos de mecanismos de interactividade, de criação colectiva.
Portanto, seja em que contexto fôr, é preciso ir além da percepção de que o conhecimento não está mais centrado na emissão. É preciso perceber que doravante os actores da comunicação têm a interactividade e não apenas a separação da emissão e recepção própria dos sistemas de ensino. Porque a Interactividade é um conceito de comunicação e não de informática!
Pensem nisto!

quinta-feira, março 02, 2006

Navegando!!



Olá a todos!
Estava eu a pesquisar na net quando encontrei um site que, curiosamente, mostra um trabalho em power point, feito por duas crianças, sobre algumas regras básicas para se navegar na internet.
Está muito interessante e criativo!
Espreitem, clicando aqui: http://www.seguranet.crie.min-edu.pt/concurso/118_marnet.pps

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Tecendo a Rede!

Aqui estou, novamente, a iniciar mais um semestre e a procurar reflectir um pouco mais sobre as TIC. Desta vez a minha atenção recai sobre a sociedade moderna e o acesso à informação e ao conhecimento. É do conhecimento de todos (penso eu!) que a velocidade com que as informações se processam e os diferentes canais de comunicação abertos propõem, uma nova meneira de organizar, de seleccionar e de construir o conhecimento. Neste contexto são postas novas exigências à educação e, por consequência, ao educador/professor, que se encontra perante uma realidade da qual não recebeu informação, vendo-se assim obrigado a incorporar novas concepções sobre as relações do saber, reformular as práticas e fazer uso dos diversos recursos de comunicação (Mónica Gardelli, 2005).
As novas tecnologias digitais têm vindo a favorecer novas formas de acesso a informações, a novos estilos de sentir e pensar e a novas dinâmicas no processo de construção do conhecimento. Entretanto, Há autores que defendem que o uso destes recursos está aliado à concepção tradicional da educação, ou seja, tem vindo a fortalecer o pensamento positivista, instrucionista, prestigiando a função informativa do computador, da escola e dos sistemas educacionais, em detrimento de sua função construtiva, dos aspectos reflexivos e criativos que o uso dessas ferramentas também favorecem. Isto quer dizer que estas ferramentas fortalecem ou têm vindo a fortalecer práticas pedagógicas tradicionais, tecnologicamente sofisticadas, mas politica e pedagogicamente vazias e empobrecidas!
Acho muito importante esta ideia e gostaria de ouvir as vossas opiniões.

quinta-feira, dezembro 29, 2005

O RepositoriUM e as Tecnologias da Informação e da Comunicação

Mais uma vez podemos aqui constatar com este projecto o RepositóriUM - repositório institucional da Universidade do Minho - a inegável influência das tecnologias da informação e da comunicação na prática profissional e educacional em particular. Este esforço de incorporar estas vantagens que a tecnologia oferece é, sem dúvida, uma mais valia para nós, alunos, no nosso processo de aprendizagem.
Já por várias vezes acedi a este site para procurar textos, artigos ou teses que me possam ajudar ou elucidar sobre determinado tema.
Usufruam deste site clicando aqui: http://repositorium.sdum.uminho.pt

sábado, novembro 12, 2005

Uma Sociedade em Rede e uma Economia assente no Conhecimento


Para quem ainda não leu, nem ouviu falar no 15º congresso das comunicações, Uma sociedade em rede e uma economia assente no conhecimento, aconselho a navegar até 15º congresso das comunicações porque vos coloca diante das questões principais em que actualmente este tema está emerso, assim como os desafios que enfrenta.
A mensagem de enquadramento deste evento, proferida pelo Engº Pedro Sampaio Nunes, presidente deste Congresso é de que "O mundo das comunicações electrónicas encontra-se numa encruzilhada fundamental". O Tratado da União Europeia requer que o mercado único europeu se realise em todos os sectores incluindo o das telecomunicações.
No relatório deste congresso, irão encontrar os problemas e desafios que mais se centram em torno desta temática. Por exemplo, o aumento da capacidade da tecnologia e dos equipamentos terminais está a contribuir para que a visão de um mundo multimédia seja cada vez mais uma realidade. No entanto, subsistem dúvidas e constrangimentos no mercado porque a internet ainda não está acessível a todos e a tecnologia continua cara para a grande maioria da população mundial, contribuindo para info-exclusão que é uma realidade ainda bem evidente.
Diz que a União Europeia está ainda longe de atingir os objectivos propostos pela Estratégia de Lisboa e que para alcançar as metas propostas é necessário promover parcerias público/privadas e incentivar a participação de empresas e indivíduos num projecto que deveria ser de todos. Cá para mim, pouco se tem feito neste sentido.
Também, um dos temas debatidos e de grande importância é o da segurança em que "Num mercado como o das TIC, o “time to market” assume-se como crucial para a sobrevivência e capacidade competitiva de qualquer organização. O objectivo de chegar primeiro ao mercado, lançando novos produtos e serviços antes da concorrência é conseguido muitas vezes comprometendo-se a qualidade da oferta e, consequentemente, a própria segurança. Uma situação que é considerada crítica, já que cada vez que há um problema de segurança quebra-se a relação de confiança e credibilidade com o cliente."
Como podem constatar, estes são alguns dos aspectos abordados neste congresso, mas muitos outros são referidos e todos de enorme importância!
Façam vocês a vossa leitura!!

domingo, novembro 06, 2005

O homem e a sociedade global


Este texto, A Sociedade em rede em Portugal, que serviu de apoio para a criação do power point, é sem dúvida um daqueles textos que nos põem a pensar!!
Esta transição que temos vindo a assistir (que o texto fala de forma clara) e nos leva a uma nova visão do mundo, a uma nova reinterpretação do mundo que é o mundo global, faz-me pensar sobretudo no ser humano. No seu papel e no seu lugar.
Diz no texto que "No império do global ... O lugar do indivíduo tem que ser conquistado, a pulso, no mercado...". Segundo o mesmo, as pessoas apenas interessam como função, são um recurso e se não forem rentáveis, não existem, não contam e são eliminados porque não têm qualquer utilidade económica, tornando-se assim um peso para uma sociedade que, no limite o despreza!!
Isto deixa-nos perplexos em relação ao futuro! Será que é assim mesmo?
É preciso estarmos atentos às mudanças porque o salto pode ser para melhor, mas também pode arrastar consigo coisas negativas.
Este texto é muito interessante. É um convite para a leitura integral da obra.
O que é que acham? Gostava de ler as vossas opiniões.